Dr. Rodrigo Frota

Bloco 1 (Complicações) — 3o Dia — 1o Congresso SBRCC

Dr. Rodrigo Frota

Necrose do Couro Cabeludo — Diagnóstico e Manejo. O terror do pós-operatório imediato: como identificar, prevenir e tratar a necrose no transplante capilar. Dermatologista, CRM DF 14462.

Necrose Couro Cabeludo Diagnóstico Prevenção Brasília
10+
Anos em FUE
CRM DF
14462
BSB
Brasília - DF
FUE
Especialidade

Sobre o palestrante

Quem é Dr. Rodrigo Frota

Dermatologista de Brasília com mais de 10 anos de experiência em transplante capilar FUE. CRM DF 14462. Elogiou a criação da SBRCC e a importância do congresso para a comunidade de transplante capilar brasileira.

Experiência em complicações

Dr. Rodrigo Frota trouxe para o SBRCC 2026 um tema que ele chama de "o terror do pós-operatório imediato" — a necrose do couro cabeludo. Com mais de uma década em FUE, acumulou experiência prática no diagnóstico e manejo dessa complicação temida.

10+ anos FUEComplicações

Defensor da SBRCC

Elogiou publicamente o congresso e a criação da SBRCC como sociedade médica. Acredita que a troca de experiências — especialmente sobre complicações — é fundamental para a evolução da especialidade no Brasil.

SBRCCSociedadeComunidade

Tese central

Prevenção é o melhor tratamento

"O segredo é: mantenha a perfusão estável durante todo o procedimento."

— Dr. Rodrigo Frota, 1o Congresso SBRCC

Conheça seu paciente

A anamnese é fundamental. Fatores de risco como tabagismo, diabetes, doenças vasculares e uso de medicações devem ser investigados antes do procedimento. Conhecer o paciente é o primeiro passo para prevenir a necrose.

Perfusão estável

Manter a perfusão sanguínea estável durante todo o procedimento é a chave. Qualquer comprometimento vascular — seja por técnica inadequada, pressão excessiva ou vasoconstrição — pode desencadear o processo isquêmico.

Técnica adequada

A técnica cirúrgica deve respeitar a vascularização do couro cabeludo. Incisões em excesso, densidade muito alta em área única, e manipulação agressiva podem comprometer o suprimento sanguíneo local.

Prevenção

Como evitar a necrose

Sinais precoces intraoperatórios

Palidez e falta de sangramento durante a cirurgia são sinais de alerta que podem indicar processo isquêmico em curso. O cirurgião precisa estar atento a esses indicadores durante todo o procedimento e agir imediatamente ao identificá-los.

PalidezSangramentoIsquemia

Hematomas como fator de risco

Hematomas podem comprimir a vasculatura local e predispor à necrose. A formação de hematomas no pós-operatório imediato deve ser monitorada de perto e tratada precocemente quando identificada.

HematomaCompressãoVasculatura
100%
Dos casos de necrose poderiam ser minimizados com anamnese adequada e manutenção da perfusão estável

"A pele dá uns sinais para a gente de que tem um processo isquêmico correndo."

— Dr. Rodrigo Frota, sobre a importância de ler os sinais intraoperatórios

Compressas mornas intraoperatórias

Dr. Rodrigo Frota destacou que compressas mornas durante o procedimento podem ajudar a manter a perfusão local, auxiliando na vasodilatação e na prevenção do processo isquêmico em regiões de risco.

CompressasVasodilataçãoIntraoperatório

Sinais precoces: a pele avisa

A palidez progressiva, a falta de sangramento e a mudança de coloração são sinais que a pele fornece antes que a necrose se instale. O cirurgião atento consegue interceptar o processo isquêmico a tempo de agir.

PalidezColoraçãoAlerta

Destaques da palestra

Pontos-chave

Anamnese é fundamental

Conhecer o paciente antes do procedimento é a primeira linha de defesa. Histórico vascular, tabagismo, diabetes e medicações são fatores que precisam ser avaliados minuciosamente.

Manutenção da perfusão durante o procedimento

A perfusão estável durante toda a cirurgia é o segredo principal. Qualquer interrupção ou comprometimento do fluxo sanguíneo pode iniciar o processo necrótico.

Palidez é sinal de alerta

A palidez do couro cabeludo durante o procedimento e a falta de sangramento nas incisões são sinais precoces de comprometimento vascular que exigem ação imediata.

Hematomas predispõem à necrose

Hematomas comprimem a vasculatura local e podem ser o gatilho para um processo isquêmico. Prevenção e drenagem precoce são essenciais.

Técnica respeitando a vascularização

A técnica cirúrgica deve ser adaptada à anatomia vascular de cada paciente. Densidade excessiva em área limitada pode comprometer o suprimento sanguíneo e levar à necrose.

Manejo clínico

Quando a necrose acontece

Diagnóstico precoce

O diagnóstico precoce é determinante para o prognóstico. Quanto antes a necrose for identificada, melhores as chances de limitar a extensão do dano e preservar os folículos implantados na região afetada.

DiagnósticoPrecocePrognóstico

Protocolo de tratamento

O manejo envolve cuidados locais, controle de infecção e acompanhamento rigoroso da evolução. Em alguns casos, desbridamento pode ser necessário. A comunicação transparente com o paciente é parte essencial do manejo.

TratamentoAcompanhamentoComunicação

"O segredo é: mantenha a perfusão estável durante todo o procedimento."

— Dr. Rodrigo Frota, sobre a prevenção da necrose

Reconhecimento

A importância da SBRCC

Um marco para o transplante capilar brasileiro

Dr. Rodrigo Frota elogiou publicamente a criação da SBRCC como sociedade médica e a realização do 1o Congresso. Para ele, a troca aberta de experiências sobre complicações — tema normalmente evitado — é fundamental para a evolução da especialidade no Brasil. O fato de um congresso nacional dedicar um bloco inteiro a complicações representa maturidade e compromisso com a segurança do paciente.

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